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Sexta-feira, Fevereiro 02, 2007
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Visitamos a PSP
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Em Novembro fizemos uma visita de estudo à PSP, uma vez que falamos sobre a importância do cão nas nossas vidas.
Os polícias explicaram-nos que o cão é como um bebé que precisa de ser ensinado pela mãe a gatinhar, a andar, a comportar-se bem. E acima de tudo precisa de muitos miminhos e muito amor!
Também falaram que o cão é uma ajuda precisa no trabalho dos polícias. São muito amigos deles e só atacam quando o polícia dá indicação.
Vimos uma demonstração com cães.
> enviado por Paula as 23:44
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O cão
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O Cão

Olá! Eu sou o cão. Tenho quatro patas que variam de tamanho conforme a minha raça, assim como o meu pêlo e a minha cor. Quando sou pequenino bebo o leite quentinho da minha mãe. Quando sou grande como um pouco de tudo. Gosto muito de comer carne e roer ossos. Tenho um focinho comprido que me ajuda a farejar. Sou muito amigo do meu dono, pois faço-lhe companhia. (cão de companhia) Também ajudo a guardar a casa do meu dono e não deixo que se aproximem pessoas estranhas.(cão de guarda) Para além disto ajudo o meu dono a tomar conta das ovelhas e da quinta. (cão pastor) Por vezes também ajudo na caça. (cão de caça) e posso guiar as pessoas cegas na rua. (cão-guia). Sou um bom polícia, pois ajudo os polícias a encontrar pessoas desaparecidas ou a apanhar criminosos.
> enviado por Paula as 23:33
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Lengalenga da velha
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Esta lengalenga foi trabalhada com as crianças na sala e é uma forma interessante de interiorizarem as falas dos animais.
Lengalenga da Velha
Era uma velha que tinha um gato e debaixo da cama o tinha o gato miava (miau) e velha dizia: mal haja o teu miar que não me deixa dormir nem tão pouco descansar.
Era uma velha que tinha um cão e debaixo da cama o tinha o cão ladrava ( ão, ão) e a velha dizia: mal haja o teu ladrar que não me deixa dormir nem tão pouco descansar.
Era uma velha que tinha um porco e debaixo da cama o tinha o porco roncava(...) e a velha dizia: mal haja o teu roncar que não me deixa dormir nem tão pouco descansar.
Era uma velha que tinha um galo e debaixo da cama o tinha O galo cantava (cocorococó) e a velha dizia: mal haja o teu cantar que não me deixa dormir nem tão pouco descansar.
(...) ( e continua até onde nós quisermos!)
> enviado por Paula as 23:25
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Classificar animais; Agrupar animais
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A Matilde trouxe um livro sobre os animais da quinta com muitos animais pequeninos.

1º : Contamos quantos animais o livro tinha. Eram 19!
2º: Fizemos grupos: o grupo das ovelhas o grupo dos bodes o grupo dos cães o grupo das galinhas o grupo dos galos o grupo das vacas o grupo dos patos o grupo dos porcos o grupo dos cavalos
3º: Fizemos a voz dos animais e identificamos a sua fala. Assim, o pato grasna o cavalo relincha o porco ronca a vaca muge a ovelha bale o cão ladra a galinha cacareja o galo canta o pinto pia o gato mia.
> enviado por Paula as 23:10
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Animais da Quinta : O que falamos!
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No mês de Novembro e Janeiro (com uma interrupção em Dezembro) falamos sobre os animais da quinta. Conhecer as características e as qualidades de alguns animais da quinta, assim como, valorizar a existência destes animais foi o objectivo principal das nossas actividades.
Vimos que uma quinta é um local onde pode existir uma horta, um jardim, um pequeno lago, um prado, alguns animais e as suas "casinhas".
Vimos também que os animais da quinta são domesticados pelo dono da quinta. Isto quer dizer que estes animais não fazem mal ao homem, pois são mansinhos e dependem de nós para sobreviver.
Por exemplo, o dono da quinta para além de tratar da sua enorme quinta (lavrar, cultivar alguns alimentos, ...) tem de dar de comer e beber aos seus animais e estimá.los com muito carinho. Por vezes, os animais adoecem e o dono da quinta tem de chamar o veterinário, que é o doutor dos animais.
> enviado por Paula as 22:31
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Domingo, Janeiro 21, 2007
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Animais da quinta
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> enviado por Paula as 17:35
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Terça-feira, Dezembro 05, 2006
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Visita à Biblioteca Municipal
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Na semana passada fomos à Biblioteca Municipal onde, todos juntos, participamos na dramatização da " Hora do Conto" que foi sobre uma história conhecida de todos nós:"O Traje Novo do Rei". Foi muito divertido, pois as crianças dramatizaram a história "vestindo" os papeis dos seguintes personagens:
- o rei - o conselheiro do rei - o ministro - os alfaiates - o povo - uma criança
A história conta que:
Há muito, muito tempo, havia um rei muito vaidoso, que passava grande parte do tempo a ver-se ao espelho e a vestir roupas novas. Sabendo disto, dois alfaiates muito mentirosos foram ter com o rei dizendo que lhe fariam um fato muito bonito e mágico, mas que custaria muito dinheiro. O rei, sem pensar muito, aceitou de imediato o serviço dos dois alfaiates, dando-lhes algumas moedas de ouro para começarem a fazer o seu fato. Os alfaiates começaram então a fazer o fato para o rei. Mas, o que o rei não sabia é que os alfaiates estavam a enganá-lo, pois não havia fato mágico nenhum. O rei, muito impaciente, mandou chamar o seu conselheiro, pedindo-lhe que fosse ter com os alfaiates e ver como estava o fato. O conselheiro assim fez: Foi ter com os alfaiates e estes mostraram-lhe o fato, dizendo que estava muito bonito e quase pronto. O conselheiro sentiu-se muito embaraçado porque não conseguia ver o fato, mas como diziam que era mágico, disse: "Sim, senhor! Está muito bonito! Vou dizer ao Rei que está quase pronto." O Conselheiro foi ter com o rei e disse-lhe: "O fato está quase pronto e é muito bonito!". O tempo foi passando e o rei continuava sem o seu fato novo. O rei mandou chamar o seu ministro, pedindo-lhe que fosse ter com os alfaiates e ver como estava o fato. O ministro assim fez: Foi ter com os alfaiates e estes mostraram-lhe o fato, dizendo que estava muito bonito e que já estava pronto. O ministro também se sentiu muito embaraçado, pois não conseguia ver o fato. Mas, como toda a gente dizia que o fato era mágico... acabou por dizer: "Sim, senhor! Está muito bonito. Vou chamar o rei." O rei vestiu o fato mágico (que na realidade não existia) e deu as restantes moedas de ouro aos alfaiates. Como o rei era muito vaidoso, decidiu fazer um desfile nas ruas para mostrar ao povo o seu fato mágico novo. O rei desfilou com apenas umas ceroulas, pensando que vestia um fato mágico. O povo assistia ao desfile com muita atenção até que se ouviu uma voz de uma criança que dizia: "O rei vai nu! O rei vai nu!". As crianças são muito sinceras e só dizem o que pensam. As pessoas acabaram por confirmar que o rei não tinha fato nenhum. O rei ficou muito embaraçado por ter acreditado em tamanha mentira. Vitória, vitória Acabou-se a história!
> enviado por Paula as 13:55
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Quarta-feira, Novembro 15, 2006
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Canções de S. Martinho
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O Dia de S. Martinho foi no dia 11 de Novembro, no Sábado passado, mas, mesmo assim, comemoramos o dis na sexta-feira anterior.
Falamos que as castanhas são um fruto que o 'Outono' nos dá. Vêm de uma árvore que se chama castanheiro e as castanhas estão escondidas dentro de um ouriço. Um ouriço parece uma bolinha cheia de picos, que, com a chegada do Outono seca e cai ao chão. Quando cai no chão o ouriço abre-se e a castanha sai lá de dentro.
Vamos ver melhor?
o castanheiro

o ouriço

E assim surgem as castanhas que tanto gostamos de comer!
Canção: O ouriço já secou
O ouriço já secou já caiu a castanhinha. (bis) Vamos agora comer a castanha cozidinha. (bis)
Cozidinha ou assadinha na fogueira a saltitar. (bis) É dia de S. Martinho vamos cantar e bailar. (bis)
Canção: No meu bolso guardei
No meu bolso guardei meia dúzia de castanhas de tão quentes que estão 'inda queimo a minha mão.
Vou dá-las ao pai Vou dá-las à mãe Castanhas quentinhas que sabem tão bem.
Canção: Uma, duas, três
Uma, duas, três castanhas eu te vou dar (bis) Uma, duas, três castanhas para brincar. (bis)
Castanhas quentinhas ao lume a estalar Nós vamos assá-las até nos fartar. (bis)
> enviado por Paula as 12:25
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Terça-feira, Novembro 14, 2006
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História da Maria Castanha
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Ouvimos uma história relacionada com o tema que estamos a trabalhar, a história da Maria Castanha!
O céu já estava todo cinzento e quase nunca aparecia o sol, mas enquanto não chovia os meninos iam brincar para o jardim. Um jardim muito grande e bonito, com uma grade pintada de verde toda em volta, de modo que não havia perigo de os automóveis entrarem e atropelarem os meninos que corriam e brincavam à vontade, de muitas maneiras: uns andavam nos baloiços e nos escorregas, outros deitavam pão aos patos do lago, outros metiam os pés por entre as folhas secas e faziam-nas estalar - crac, crac - debaixo das botas, outros corriam de braços abertos atrás dos pombos, que se levantavam e fugiam, também de asas abertas. Era bom ir ao jardim. E mesmo sem haver sol, os meninos sentiam os pés quentinhos e ficavam com as bochechas encarnadas de tanto correr e saltar. Uma vez apareceu no jardim uma menina diferente: não tinha as bochechas encarnadas, mas uma carinha redonda, castanha, com dois grandes olhos escuros e brilhantes. - Como te chamas? - perguntaram-lhe. - Maria. Às vezes chamam-me Maria Castanha. - Que engraçado, Maria Castanha! Queres brincar? - Quero. Foram brincar ao jogo do apanhar. A Maria Castanha corria mais do que todos. - Quem me apanha? Ninguém me apanha! - Ninguém apanha a Maria Castanha! Ela corria tanto. Corria tanto que nem viu o carrinho do vendedor de castanhas que estava à porta do jardim, e foi de encontro a ele. Pimba! O saco das castanhas caiu e espalhou-as todas à reboleta pelo chão. A Maria Castanha caiu também e ficou sentada no meio das castanhas. - Ah, minha atrevida! - gritou o vendedor de castanhas todo zangado. - Foi sem querer - disse a Maria Castanha. - Foi sem querer - explicaram os outros meninos. - Eu ajudo a apanhar tudo - disse a Maria Castanha, de joelhos a apanhar as castanhas caídas. E os outros ajudaram também. Pronto. Ficarm as castanhas apanhadas num instante. - Onde estão os teus pais? - perguntou o vendedor de castanhas à Maria Castanha. - Foram à procura de emprego. - E tu? - Vinha à procura de amigos. - Já encontraste: nós somos teus amigos - disseram os meninos. - Eu também sou - disse o vendedor de castanhas. E pôs a mão nos cabelos da Maria Castanha, que eram frisados e fofinhos como a lã dos carneirinhos novos. Depois, disse: - Quando os amigos se encontram é costume fazer uma festa. Vamos fazer uma festa de castanhas. Gostam de castanhas? - Gostamos! Gostamos! - gritaram os meninos. - Não sei. Nunca comi castanhas, na minha terra não há - disse Maria Castanha. - Pois vais saber como é bom. E o vendedor deitou castanhas e sal dentro do assador e pô-lo em cima do lume. Dali a pouco as castanhas estalavam... Tau! Tau! - Ai, são tiros? - assustou-se a Maria Castanha, porque vinha de uma terra onde havia guerra. - Não tenhas medo. São as castanhas a estalar com o calor. Do assador subiu um fumozinho azul-claro a cheirar bem. E azuis eram agora as castanhas assadas e muito quentes que o vendedor deu à Maria Castanha e aos seus amigos. - É bom, é - ria-se a Maria castanha a trincar as castanhas assadas. - Se me quiseres ajudar podes comer castanhas todos os dias. Sabes fazer cartuchos de papel? A Maria Castanha não sabia, mas aprendeu. É ela quem enrola o papel de jornal para fazer cartuchinhos onde o vendedor mete as castanhas que vende aos fregueses à porta do jardim.
> enviado por Paula as 14:02
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Sexta-feira, Outubro 27, 2006
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Conversamos sobre o Outono...
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O Outono é uma estação do ano. Começa no dia 23 de Setembro e acaba no dia 22 de Dezembro.O tempo começa a arrefecer. Já não se podem usar as roupas leves do Verão. Começam a cair as primeiras chuvas e às vezes troveja. As andorinhas, que não gostam do tempo frio, partem para países mais quentes, como África. Fazem-se as vindimas, apanham-se as maças, as nozes, as peras, os figos, as romãs, as avelãs, os marmelos e as castanhas. É o tempo em que se fazem os magustos.A natureza começa a modificar-se: As folhas das árvores ficam castanhas, amarelas e vermelhas e caem deixando as árvores despidas.
Cantamos com gestos esta canção:
Varre, varre vassourinha Varre, varre pelo chão A Vera que é limpinha Varre tudo até mais não.
Quando o vento sopra forte Caem as folhas no chão E a Vera com a vassoura Varre tudo até mais não.
Sopra o vento tão zangado Mas que grande ventania! Mas a Vera que é limpinha Varre, varre todo o dia.
(cd: avô cantigas)
> enviado por Paula as 13:50
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Quinta-feira, Outubro 26, 2006
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Poesia de Outono
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Tantas folhas, tantas! De tanto tamanho, de tanto feitio. Umas são amarelas, outras encarnadas ou em tom castanho. Há umas que têm recortes, Há outras que não. Com cola e pincel Colo-as num papel Façam como eu e vocês verão como fica catita a vossa colecção!
> enviado por Paula as 23:45
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Folhas de Outono
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> enviado por Paula as 23:44
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